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| Carcassonne |
Vista Carcassonne, apontámos para o objectivo seguinte: o viaduto de Millau. Há muito tempo que estava nos nossos planos a exploração deste viaduto. Para a maioria das pessoas é talvez apenas mais uma ponte, de uma também vulgar auto-estrada. Mas não é. Não se distingue apenas por ser uma das mais altas pontes do mundo, com pilares mais altos que a torre Eiffel, mas por se tratar de uma verdadeira obra de
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| Viaduto de Millau |
arte, de uma autêntica maravilha da engenharia e da arquitectura modernas, que vale a pena apreciar de todos os ângulos. E foi o que fizemos! Acedemos pela entrada 46 da auto-estrada A75 e saímos na 45. Este pequeno trajecto, entre uma saída e a outra imediata, apenas para passar em cima do viaduto, custou-nos 11,90€, numa auto-estrada gratuita na maior parte do seu percurso. Logo após o final do viaduto, existe uma grande área de serviço que tem um caminho íngreme que dá acesso a um miradouro com uma vista
privilegiada para o viaduto, pois ficamos muito próximo e a um nível ligeiramente acima do mesmo. Ali ficámos por longos minutos a observar a grandiosidade daquela maravilha, resultado da técnica e engenho humanos postos ao serviço da modernidade. Descemos depois até à cidade de Millau e seguidamente, no intuito de observar a ponte por baixo, enfiámo-nos por umas estradinhas sinuosas, único acesso a algumas aldeias remotas por que íamos passando, da largura de apenas um carro e sem pontos de cruzamento, sempre à beira de rios. Felizmente o trânsito era escasso e após alguns quilómetros algo desconcertantes e com alguns calafrios, reencontrámos a silhueta do viaduto a aproximar-se e parámos mesmo por baixo, junto a um dos pilares, um colosso de betão, com uma altura a perder de vista.
Terminada assim a vistoria completa ao viaduto de Millau, era altura de partir para a exploração das "Gorges du Tarn".





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